Se eu tivesse que simplificar você,
Eu diria: você é tudo.
Pariquera-Açu, 26/05/2012
Olá, eu me chamo Nilson Roberto Rodrigues. Sou Professor e Diretor de Escola e o meu blog terá parte de meu trabalho literário e fotográfico. Espero que gostem!
terça-feira, 29 de maio de 2012
Se amanhecesse o dia sem você
Se amanhecesse o dia sem você...
O que seria de mim?
Não sei dizer.
Da mesma forma e...
Se caísse a noite fria sem você?
Que seriam dos meus sonhos, do meu viver?
Pariquera-Açu, 25/05/2012
O que seria de mim?
Não sei dizer.
Da mesma forma e...
Se caísse a noite fria sem você?
Que seriam dos meus sonhos, do meu viver?
Pariquera-Açu, 25/05/2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
Encanto
O sol
encanta os olhos da lua
E a lua os olhos do sol
E
embora distantes
Um do outro
Eles se encontram
Em raros momentos
Indescritíveis momentos
Nalgum ponto do céu.
Dessa forma,
Vivemos separados
Pelo infinito
Que não é capaz,
No entanto,
De quebrar o doce encanto
Por nós dois vivido
No instante exato em que
Sol e lua
Se encontram no céu.
Pariquera-Açu, 29/04/2012
Do casamento de Pedro e Vera
Boa
noite a todos!
Primeiramente,
agradecemos ao casal (noivo) e (noiva) pelo convite que nos fizeram: padrinhos,
testemunhas deste casamento. Muito obrigado, muito agradecido.
Posso
dizer que hoje é um dia de festa. Portanto um dia de alegria, um dia de encontro
entre amigos e familiares mas,
principalmente, o dia de encontro de (noivo) e (noiva).
Dia
de bodas, dia de casamento. Dia de promessa.
Mas
por que dia de promessa? É que a palavra “bodas” e a palavra “casamento” têm o mesmo
significado: elas querem dizer promessa, a promessa que se faz diante de Deus.
É por isso que o primeiro dos convidados, a primeira das testemunhas não pôde
ser esquecida. E esse convidado mais do que importante, essa testemunha mais do
que necessária se chama Jesus.
Se
eu faltasse a este casamento hoje ou se qualquer um de nós faltássemos a este
casamento hoje, ele se realizaria da mesma forma. Nós somos importantes, mas
não somos essenciais. Essencial é Jesus. E eu vou provar o que estou dizendo,
recordando “as bodas de Caná”, um
episódio bíblico de aproximadamente dois mil anos.
Caná
era uma cidade que ficava cerca de 10
quilômetros de Jerusalém, uma cidade pequena cujos habitantes não tiveram
importância alguma na história da humanidade, não realizaram grandes feitos,
não saiu dela nenhum grande personagem. Caná teve esse nome porque era uma
cidade que vivia do plantio de cana de açúcar. Uma cidade de pessoas humildes,
de agricultores.
Houve
nessa cidade um casamento e a família de Jesus foi convidada e os seus
discípulos também. Ninguém sabe o nome dos noivos nem o motivo de Jesus ter
sido convidado. Mas todos nós sabemos o que aconteceu nesse casamento:
aconteceu um milagre, não qualquer milagre que por si já é divino. Aconteceu o
primeiro dos milagres de Jesus aqui na terra. E foi lá em Caná, numa festa de
casamento. Numa festa como a que se realiza hoje nesta casa.
Nesse
dia Jesus transformou água em vinho e em abundância. E da melhor qualidade,
tanto que as pessoas depois disseram: “o melhor foi servido depois.”
O
que é que nós podemos interpretar desse episódio bíblico? O que é de importante
que essa história nos revela?
Entendemos
que uma festa de casamento ou festa da promessa só pode ser realizada na
presença do senhor Jesus. E esta, a do casamento de (noivo) e (noiva) já está
abençoada porque Jesus foi convidado e está presente. Sabemos disso pela
felicidade estampada nos rosto de todos e pela pureza encontrada neste ambiente
livre de bebidas alcoólicas e de prostituição.
Entendemos
também que – se Jesus foi convidado e está presente – poderemos esperar um
milagre. E esse milagre será dirigido ao casal e esse milagre será dado em
abundância.
Em
apocalipse 3:20 está escrito: “Eis que estou a porta e bato: se alguém ouvir a
minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo.”
Jesus
está esperando que você o convide para entrar em sua vida e fazer parte dela.
Agradecemos
– novamente o convite – e renovamos os votos de felicidade ao casal. Muito
obrigado.
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