What’s reality and what’s a dream?
I may not know it yet, but I’m quite sure
That without your love
I would be livin’ in dispair
No metter If here or there
Olá, eu me chamo Nilson Roberto Rodrigues. Sou Professor e Diretor de Escola e o meu blog terá parte de meu trabalho literário e fotográfico. Espero que gostem!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Você é um anjo
Sem asas
Sem harpas
Sem o azul dos céus
E nada além do fel
Você é um anjo
Você é um anjo
Você é um anjo
Me guarda!
Serena
Morena
Sem olhos azuis
E os erros
Minha cruz
Você é um anjo
Você é um anjo
Você é um anjo
Me guarda!
Sem harpas
Sem o azul dos céus
E nada além do fel
Você é um anjo
Você é um anjo
Você é um anjo
Me guarda!
Serena
Morena
Sem olhos azuis
E os erros
Minha cruz
Você é um anjo
Você é um anjo
Você é um anjo
Me guarda!
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Palavras mágicas
Palavras mágicas
São as que transformam
Do contrário não seriam mágicas
Não teriam lógica na sua existência virtual
Na sua existência trágica
Tudo porque são mágicas
E mudam o mundo
E mudam o mundo
E mudam o mundo
Sem se perceber
Nem se ouvir
Nem se ver
Sem se dar conta
Que o mundo mudou
Mais uma vez
E outras
E mais outras
Palavras mágicas
Que saem da boca do ser amado
Podem miraculosamente
Nos fazer feliz.
São as que transformam
Do contrário não seriam mágicas
Não teriam lógica na sua existência virtual
Na sua existência trágica
Tudo porque são mágicas
E mudam o mundo
E mudam o mundo
E mudam o mundo
Sem se perceber
Nem se ouvir
Nem se ver
Sem se dar conta
Que o mundo mudou
Mais uma vez
E outras
E mais outras
Palavras mágicas
Que saem da boca do ser amado
Podem miraculosamente
Nos fazer feliz.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Hoje eu me vi sozinho
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Ore por mim, Inês.
Eu conto os dias
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Quando o mundo acabar
Os seus olhos em mim
Não deve haver oceano em mim

Não deve haver oceano em mim
Mas perco
Ao fim de cada dia
Um mar.
E me evapora a paz
E me evapora um mar
E me evapora o cais
E me evapora um mar
Que a espuma enternece
E a bruma esconde.
E eu entardeço sozinho.
Não deve haver verão em mim
Se eu sou inverno.
Nem outra estação existir
Se eu sou inverno.
É o que penso,
Não é o que é certo.
Dezembro
No jardim
Faz de conta que lá fora
Não deve haver oceano em mim
Não deve haver oceano em mim
Mas perco
Ao fim de cada dia
Um mar.
E me evapora a paz
E me evapora um mar
E me evapora o cais
E me evapora um mar
Que a espuma enternece
E a bruma esconde.
E eu entardeço sozinho.
Não deve haver verão em mim
Se eu sou inverno.
Nem outra estação existir
Se eu sou inverno.
É o que penso,
Não é o que é certo.
domingo, 3 de julho de 2011
O fato de eu ser poeta
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